quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Reino de Ogum e Oya



Reino de Ogum e Oya, Loja virtual de artigos de Candomblé e Umbanda, foi elaborada após estudos que apontaram, a carência de loja neste seguimento. Sendo assim desenvolveu-se toda uma estrutura, onde atende a públicos variádos, a loja possui desde, os mais simples ( velas, grãos, ervas ...) a até os mais complexos ( paramentas, roupas, ibás..)produtos.






O nosso foco é oferecer ao nosso cliente, produtos de qualidade, com valores acessiveis, onde o mesmo tenha a comodidade, de que está realizando uma compra de forma segura e confiavél.






O Lema de nossa Loja e não somente ter "Clientes" mas também fazer sempre novos "Amigos".




Nasceu em São Paulo no dia 07 de Julho de 1957, recebendo o nome de batismo de Wladimir de Carvalho, neto de imigrantes italianos e portugueses recebeu educação religiosa Católica até seus doze anos de vida, pois desde os seus seis anos de idade Pai Kabila, já começou a sentir o dom da espiritualidade que veio em forma de alteração em sua saúde, não havendo na época remédio que pudesse resolver seu problema. Sua mãe, muito católica relutou em levá-lo para uma benzedeira para olhar o problema, onde foi detectado seu dom espiritual.


Esta senhora que era conhecida por todos do bairro de Vila Isabel em Osasco, São Paulo, era iniciada na religião do Candomblé de Angola e era filha do Orixá Xangô, tinha suadijína de Oba Tunké, foi ela que levou Pai Kabila pela primeira vez em uma casa de Candomblé em uma festa para crianças (Ibeji) no mês de setembro, onde Pai Kabila se sentiu muito mal e desmaiou (bolar no santo) como se dizia na época.


Assim Dona Lindaura (Obatunke) falou para a mãe de Pai Kabila a Senhora Dona Yolanda que ele tinha dom espiritual e que era preciso iniciá-lo na religião do Candomblé; Dona Iolanda desconhecendo a religião logo foi dizendo um “não” não quero meu filho envolvido nessas coisas de macumba, assim Pai Kabila continuou sofrendo por mais um ano com sua doença, vendo que remédios não faziam o menor efeito para a cura de Pai Kabila, ela então resolveu encaminhá-lo para que se pudesse fazer então a iniciação no Candomblé para que ele pudesse ser curado.


Sendo assim, aos treze anos de idade Pai Kabila foi levado para uma casa de Candomblé na cidade de Osasco no Bairro do Jardim Oriental e foi iniciado pela IyalorixáSambauê de Oxum, filha do saudoso Pai Olegário de Omolú do Recife, de raiz do sítio do Pátio do terço da nação de Angola, sua iniciação se deu para o mundo do Candomblé no dia 19 de fevereiro de 1970, onde recebeu dijína de Kabiladegy, que com o passar do tempo passou a ser chamado por Pai Kabila.


Como tinha que ser e já estava escrito em seu destino Pai Kabila com uma vidência anormal começou a desenvolver o seu dom, falando para as pessoas o que via e sentia até que se manifestou seu caboclo “Pena Verde”, com quem começou a atender o público no ano de 1974, todas as, quinta-feira e sábados, a fila de pessoas querendo se consultar com o caboclo Pena Verde era enorme, e era feita em sua casa, pois não existia um local específico para o atendimento do grande público, e não podia ser diferente, pois Pai Kabila ainda era muito novo na religião do Candomblé e não jogava Búzios, pois esse ritual somente pode ser realizado por Babalorixás ou Iyalorixás, “pessoas com mais de sete anos de iniciados”.


Um dos Grandes Babalorixás de São Paulo e um dos Grande Ícones na Luta Contra a Intolerância Religiosa.


A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.

As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa. 

O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.

É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.


BÁBALORISÁ OBÁ (OBÁTUNDE) ANDRÉ LUIZ COELHO, NASCIDO EM 1975, INICIADO NO ORISÃ EM 1987, POR OYA BALÉ ONIJARE, SOU NETO DE OMIN CARALOBI, MAIS CONHECIDO, POR TONINHO DE OSUN DE ITAPEVI. EU NASCIDO EM SÃO PAULO, LOGO APÓS MINHA MÃE TER VINDO DE PERNAMBUCO RECIFE, PARA VILA NOVA CACHOEIRINHA, SP, ONDE VIVI, POR 3 NOS, DEPOIS, MUDAMOS PARA CIDADE DE ITAPEVI, ONDE, TUDO COMEÇOU DENTRO DO CANDOMBLÉ DE ANGOLA.
HOJE POR MOTIVOS DE FORÇA MAIOR ESTOU NO ASÉ DE KETU, FILHO DE CARLOS DE ODÉ, E NETO DE PAI KABILA, CONSTRUÍ MEU ILE ASÉ, NA CIDADE DE ITAPEVI, CENTRO CULTURAL DO CANDOMBLÉ ILE ASÉ OBÁ TUNDE ITAPEVI COM MAIS DE 550 YAWOS INCIADOS EM ORISA EM MEU ASÉ.





PAI OBÁ (COMO SOU CONHECIDO) FUI E AINDA SOU MUITO PERSEGUIDO POR ALGUMAS PESSOAS DE BAIXO NÍVEL, DEVIDO SER UMA PESSOA POLEMICA E NÃO TER MEDO DE SE EXPRESSAR O QUE SINTO, E PRONTO, POREM TAMBÉM MUITO AMADO, PELA MAIORIA, DE SEUS SEGUIDORES.

PAI OBÁ JÁ PASSOU FOME, CHEGANDO A MORAR NA RUA, E DE FAVOR EM CASA DE AMIGOS, COMO POR EXEMPLO: NA CASA DE BAGUNDEMI, DE OMOLU, A ARY DE OSALA QUE DEUS O TENHA, ONDE APRENDEU MUITAS COISAS DE ASÉ. APÓS GANHAR UM TERRENO DE SUA MÃE (CARNAL), ONDE CONSTRUIU E COMEÇOU A ATENDER O POVO, MAS ERA PEQUENO E COM O PASSAR DOS TEMPOS, FOI TUDO SE AJEITANDO ATE CONSEGUIR UM LUGAR MAIOR, PARA ATENDER E REALIZAR AS FESTAS DOS ORISAS.


HOJE CASADO COM PALLOMA DE OSUM Há 9 ANOS, SEU FILHO PIETRO DE OSSOGUIAN DE 6 ANOS É 3 ANOS DE INICIAÇÃO É O HERDEIRO DO ILÊ ASÈ DE AGANJU E ODÉ.



PAI OBÁ, COMO UM HOMEM DE ASÈ E MOSTRA ISTO EM SUA HISTORIA DE VIDA, HOJE E SEMPRE LUTOU PELO CANDOMBLÉ, LEVA DE FORMA DIGNA E MAJESTOSA O NOME DE SEU ASÈ, DE SUAS RAÍZES, DENTRO DO CANDOMBLÉ DE FORMA SERIA E JUSTA, SUA LUTA CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA E DE FORMA CLARA É RESPEITOSA ,DEIXANDO BEM CLARO QUE CANDOMBLÉ E MAIS QUE UMA RELIGIÃO E UMA ESSÊNCIA DE VIDA QUE DEVE AMAR E RESPEITAR.


CONTATO (11) 4773 - 2073 / (11) 99958-2958

Zenildo Ty GBessen 






BABALORISÁ ZENILDO DE BESSEN, UNS DOS GRANDES BABALORISÁ PAULISTAS; BAIANO NATURAL DE SALVADOR, HOJE RESIDENTE EM SÃO PAULO CULTUA OS ORISÁS EM SEU ILÉ SITUADO NO JARAGUÁ, ONDE REALIZA OS CULTOS DOS ORISÁS.





FILHO DE SEU BAIANO (WALDOMIRO COSTA PINTO) UM ÍCONE DO CANDOMBLÉ NACIONAL ONDE SUA RAIZ NASCE NO ASÉ GANTOIS...O BABALORISÁ ZENILDO DE BESEN AO LONGO DOS TEMPOS VEM TRAÇANDO UMA GRANDE TRAJETÓRIA DE CONQUISTAS ATUALMENTE INAUGURO MAIS ILÊ NA PRAIA GRANDE (LITORAL PAULISTA), O MESMO TEVE SUA VIDA DENTRO DA ROÇA DE CANDOMBLÉ INICIADA AOS 16 ANOS DE IDADE, VEM DE UMA FAMÍLIA TRADICIONAL DO CANDOMBLÉ, HOJE COM 49 ANOS DE INICIAÇÃO AGREGA FILHOS, NETOS E BISNETOS POR TODO TERRITÓRIO NACIONAL, LEVANDO DESTA FORMA O NOME DE SEU ASÉ E DE SUA RAIZ COM HONRA E MAESTRIA POR ONDE PASSA.


UM FORTE CONTRIBUI-TE NA LUTA, CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA QUE O CANDOMBLÉ VEM SOFRENDO POR ANOS.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015




A tolerância religiosa no Brasil nunca foi pura e simplesmente uma medida imposta por decreto. É, antes disso, um aspecto cultural. Por um lado, foi preciso incluir na Constituição artigo resguardando a liberdade de culto e proteção contra a discriminação, porque tais garantias não seriam naturais; por outro, a convivência entre credos distintos foi facilitada pela formação do povo. A miscigenação e a intimidade entre a casa-grande e a senzala resultaram em mecanismos de acomodação, como o sincretismo que uniu religiões aparentemente tão diferentes quanto o catolicismo e o candomblé. Na Bahia, por exemplo, eles se misturaram.
No entanto, a tendência à convivência pacífica tem sido cada vez mais posta em xeque, e de uma forma que as autoridades não podem fazer vista grossa. A série de reportagens publicada pelo GLOBO semana passada mostra que os fiéis da umbanda e do candomblé — 600 mil pelo Censo 2010 — foram vítimas de 22 das 53 denúncias de intolerância religiosa recebidas pelo Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, de janeiro a 11 de julho deste ano. Além disso, um estudo da PUC-Rio registrou que, num grupo de 840 terreiros, 430 foram alvo de discriminação, sendo 57% dos casos em locais públicos.
Os ataques vão de manifestações de preconceito na escola e no trabalho a ofensas pessoais, ameaças, danificação de imagens e até a destruição de terreiros. A mãe de santo Conceição de Lissá, em Duque de Caxias, viu seu terreiro ser atacado oito vezes nos últimos oito anos. Em pelo menos um episódio, fanáticos usaram gasolina para atear fogo no quarto dos artigos usados nas cerimônias. Ou seja, além da humilhação e do dano moral, a integridade física dos fiéis está em risco.
A intolerância, por si só, já é inaceitável. Seja contra orientação sexual, etnia ou crença. Trata-se de um comportamento criminoso que deve ser punido como manda a lei.
Felizmente, não chegamos aqui ao ponto de outros países em que grupos se organizam para manifestar publicamente o ódio a homossexuais, negros ou estrangeiros. Mas é melhor não pagar para ver. Adeptos dos cultos afro-brasileiros não só denunciam como organizam sua legítima reação em passeatas contra a intolerância religiosa. Contam com o apoio na sociedade e de representantes de outros credos, com quem têm em comum a convicção de que o respeito à fé alheia é sagrado.
Se a sociedade se mobiliza, mais obrigações ainda tem o poder publico, que deve ficar atento e ser ágil nas investigações. Caso a intolerância não seja punida exemplarmente, fiéis movidos pela absurda presunção de superioridade poderão se sentir encorajados a prosseguir, porque, afinal, estariam agindo “em nome de Deus". E é justamente assim que pensam radicais responsáveis por guerras milenares e terrorismo pelo mundo afora.


Pai Pérsio de Xangô 



Pérsio Geraldo da Silva ( - São Paulo, 14 de dezembro de 2010) ou como era mais conhecido Tata Pércio de Xangôbabalorixá do Candomblé de São Paulo do Ilé Alákétu Asè Airá, localizado na Vila Batistini em São Bernardo do Campo.
O professor Reginaldo Prandi escreveu: "Pérsio de Xangô, que já morava em São Paulo com casa de umbanda, voltou à Bahia em 1965, onde se iniciou com Nézinho de Muritiba, sendo sua dofona de barco Tia Nilzete, filha carnal de Simplicianaiyalorixá do Axé de Oxumarê, em Salvador. Em 1971, Pérsio iniciou Tonhão de Ogum, de quem mãe Rosinha foi a mãe-pequena. Seu Nézinho da Muritiba era o chefe do Terreiro do Portão de Muritiba, no Recôncavo, onde Mãe Rosinha de Xangô era mãe-pequena."
Após o falecimento de Nézinho de Muritiba, Tata Pérsio deu obrigação de 7 anos com Mãe Menininha, iyalorixá do Terreiro do Gantois, Salvador, Bahia.
Tatá Pérsio de Xangô faleceu na madrugada de 14 de dezembro de 2010 devido a problemas de diabetes, foi um dos mais importantes babalorixás do Candomblé de São Paulo, do Ilé Alákétu Asè Airá, localizado no bairro Batistini, em São Bernardo do Campo, na região do Grande ABC.